Candidatos a CEO que não são selecionados ganham bônus milionários como compensação
Candidatos a CEO que não são selecionados para o cargo principal estão recebendo bônus milionários e pacotes de retenção para permanecerem nas empresas, uma tendência crescente para evitar a perda de talentos de alto nível.
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05/03 às 05:00
Pontos principais
- Executivos preteridos na disputa por cargos de CEO estão recebendo bônus milionários e pacotes de ações como compensação.
- A Walt Disney Company concedeu a Dana Walden um pacote de ações de US$ 5,26 milhões e remuneração anual de US$ 27 milhões após ela não ser escolhida como CEO.
- O Morgan Stanley pagou bônus especiais de US$ 20 milhões a executivos que foram vice-campeões na disputa pelo cargo de CEO.
- Empresas pagam esses bônus para reter talentos de ponta, que possuem amplo conhecimento institucional e relações profundas.
- Um relatório da consultoria FW Cook indica que esses pacotes de retenção têm um efeito forte, mas limitado, durando geralmente de dois a três anos.
- O valor ideal dos bônus de retenção para executivos não-CEO parece ser entre US$ 3 milhões e US$ 5 milhões, associado a maior tempo de permanência.
- Empresas são mais propensas a conceder esses pacotes quando contratam CEOs externos, por preocupação com êxodo de executivos.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Josh D’AmaroBob IgerDana WaldenTed PickAndy SapersteinDan SimkowitzMarco Pizzitola (consultor da FW Cook e coautor do relatório)
Organizações
Walt Disney CompanyMorgan StanleyFW CookFortune Media IP Limited
