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Brasil precisa evitar papel de mero exportador de terras raras em negociação com os EUA, diz especialista

Especialista alerta que o Brasil deve buscar transferência de tecnologia e industrialização na negociação de terras raras com os EUA, evitando ser apenas um exportador de commodities e mantendo o equilíbrio diplomático com a China.

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07/05 às 21:00

Pontos principais

  • O Brasil deve focar na transferência de tecnologia e industrialização das terras raras em negociações com os EUA, para não ser apenas um exportador de commodities.
  • A reunião entre Lula e Trump coloca as terras raras no centro da agenda geopolítica, exigindo equilíbrio diplomático do Brasil entre EUA e China.
  • O projeto aprovado na Câmara é considerado equilibrado, focado em geopolítica, industrialização com tecnologia e sustentabilidade.
  • O Brasil detém cerca de 20% das reservas mundiais de terras raras e precisa industrializar esses materiais a médio prazo.
  • É necessário manter a governança federal sobre minerais críticos, mas flexibilizar a atuação de estados e municípios em projetos locais.
  • O fundo garantidor de R$ 5 bilhões é visto como insuficiente para o desenvolvimento completo da cadeia produtiva, dependendo de investimento externo.

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Ronaldo Félix (especialista em comércio exterior e sócio da Saygo Comex)Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)Donald Trump (presidente dos Estados Unidos)

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