“Brasil pode ser o principal emergente, excluindo a China, no próximo ciclo”
O presidente do Bank of America na América Latina, Augusto Urmeneta, avalia que o Brasil está bem posicionado para se tornar o principal mercado emergente, excluindo a China, impulsionado por fundamentos econômicos e mudanças no cenário geopolítico.
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15/05 às 08:59
Pontos principais
- Augusto Urmeneta aponta que o Brasil vive um de seus melhores momentos para atrair investimentos desde 2011.
- O cenário geopolítico atual, com maior aproximação dos EUA com a América Latina, favorece o Brasil como grande mercado consumidor.
- O investidor estrangeiro demonstra maior otimismo com o Brasil do que o investidor local, que se mostra mais cauteloso.
- A queda dos juros é vista como o fator chave para transformar o fluxo de capital estrangeiro de tático em estrutural.
- O mercado de tecnologia na região enfrenta desafios de liquidez, mas mantém fundamentos sólidos de crescimento.
- A questão fiscal permanece como o principal desafio para qualquer governo, independentemente de quem ocupe a presidência.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Augusto Urmeneta (presidente do Bank of America na América Latina)Nicolas Szekasy (sócio e fundador da Kaszek)
Organizações
Bank of AmericaKaszekMercado LivreNubank
Lugares
BrasilChinaEstados UnidosAmérica LatinaNova YorkMéxico

