Bons e baratos: ETFs crescem 70% e viram a nova febre do mercado brasileiro
O mercado de ETFs no Brasil cresceu 70% entre janeiro de 2025 e março de 2026, impulsionado por vantagens tributárias, mudanças regulatórias e uma nova postura na distribuição, com destaque para os ETFs de renda fixa.
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25/04 às 05:01
Pontos principais
- O número de ETFs listados no Brasil aumentou 70% entre janeiro de 2025 e março de 2026, totalizando 189 na B3, ou 398 incluindo BDRs de ETFs.
- ETFs registraram a segunda maior captação líquida entre os fundos no primeiro trimestre de 2026, com R$ 15,5 bilhões direcionados a ETFs de renda fixa.
- Especialistas preveem mais crescimento para o mercado de ETFs, com gestoras como XP Asset, Itaú Asset e Galapagos Capital expandindo suas ofertas.
- A ineficiência de alguns fundos tradicionais e a experiência positiva com ETFs de renda fixa são fatores que aceleram a migração de investidores.
- O crescimento é atribuído a vantagens tributárias (ausência de come-cotas e IOF), mudanças no modelo de remuneração de distribuidores (fee based) e expectativas de flexibilização regulatória pela CVM para ETFs de gestão ativa.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Danilo Gabriel (sócio e gestor de fundos indexados e internacionais da XP Asset)Bruno Stein (head de ETFs da Galapagos Capital)Pedro Rudge (diretor da Anbima)
Organizações
Elos AytaInfoMoneyB3XP AssetItaú AssetGalapagos CapitalAnbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais)CVM (Comissão de Valores Mobiliários)JP Morgan
Lugares
Brasil

