Bank of America firma acordo em ação coletiva movida por vítimas de Epstein
O Bank of America firmou um acordo em uma ação coletiva movida por vítimas de Jeffrey Epstein, que acusavam o banco de facilitar os abusos do financista ao ignorar transações financeiras suspeitas.
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16/03 às 12:13
Pontos principais
- O Bank of America fechou um acordo em um processo civil movido por mulheres que acusam o banco de facilitar os abusos de Jeffrey Epstein.
- A ação coletiva, apresentada por 'Jane Doe', alega que o banco ignorou transações financeiras suspeitas ligadas a Epstein, priorizando o lucro.
- O Bank of America defendeu-se afirmando que prestou serviços de rotina a pessoas sem ligação conhecida com Epstein na época.
- O juiz distrital Jed Rakoff determinou que o Bank of America deveria responder às acusações de ter se beneficiado do esquema de tráfico sexual de Epstein.
- Transações citadas incluíam pagamentos de US$ 158 milhões feitos a Epstein pelo bilionário Leon Black, que deixou a Apollo Global Management após uma auditoria.
- Acordos anteriores foram fechados com JPMorgan Chase (US$ 290 milhões) e Deutsche Bank (US$ 75 milhões) em nome das vítimas.
- Jeffrey Epstein morreu em 2019 em uma cela de prisão em Manhattan, aguardando julgamento por tráfico sexual.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Jeffrey EpsteinJane Doe (pseudônimo)Jed Rakoff (juiz distrital)Leon Black (bilionário, cofundador da Apollo Global Management)
Organizações
Bank of AmericaApollo Global ManagementJPMorgan ChaseDeutsche BankJornal Nacional
Lugares
ManhattanEstados UnidosNova York
