Bancos poderão descontar aportes antecipados ao FGC
O Banco Central autorizou que os bancos descontem os valores antecipados ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) do compulsório, liberando até R$ 30 bilhões em 2026 sem impacto na circulação monetária.
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03/03 às 18:49
Pontos principais
- Bancos poderão descontar aportes antecipados ao FGC do compulsório, uma reserva obrigatória no Banco Central.
- A medida, aprovada pelo BC, pode liberar cerca de R$ 30 bilhões para os bancos em 2026.
- O BC afirma que o dinheiro extra não terá impacto na economia, pois compensa recursos que deixariam de circular.
- O FGC exigiu antecipação de contribuições para cobrir o rombo após a quebra do Banco Master e instituições associadas.
- A nova regra evita a redução de dinheiro disponível no sistema bancário e mantém a estabilidade do crédito.
- Os bancos podem escolher compensar sobre depósitos à vista ou a prazo.
- O objetivo é fortalecer o FGC e evitar aperto de liquidez no sistema financeiro.
Mencionado nesta matéria
Organizações
Fundo Garantidor de Créditos (FGC)Banco Central (BC)Banco MasterG20
Lugares
Brasil
