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“Às vezes, a gente acerta. Em outras, erra”: o longo adeus do metaverso de Zuckerberg

A Meta está desmantelando a visão original de Mark Zuckerberg para o metaverso, reduzindo o foco em realidade virtual e priorizando a inteligência artificial após bilhões em prejuízos e baixa adoção.

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19/03 às 17:58

Pontos principais

  • A Meta está abandonando a visão original de Mark Zuckerberg para um metaverso imersivo em realidade virtual, com o encerramento do acesso via headsets VR ao Horizon Worlds.
  • A empresa demitiu cerca de 10% da equipe da divisão de metaverso e acumulou cerca de US$ 80 bilhões em prejuízos com o projeto.
  • O metaverso e a realidade virtual continuam restritos a nichos, enquanto plataformas como Roblox e Fortnite ganharam mais tração.
  • A Meta agora direciona seus investimentos para a inteligência artificial, planejando gastar ao menos US$ 115 bilhões neste ano em IA.
  • A palavra "metaverso" perdeu protagonismo nas conferências da Meta, sendo substituída pela ênfase em "IA".
  • A aposta no metaverso começou em 2014 com a aquisição da Oculus, mas a experiência ficou aquém da promessa e não atingiu a adoção esperada.
  • Outras empresas, como a Apple com o Vision Pro, também enfrentaram desafios na popularização da realidade virtual/mista.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Mark ZuckerbergWagner James Au (autor de Making a Metaverse That Matters)Samantha Ryan (vice-presidente de conteúdo da divisão Reality Labs)Eric Seufert (analista independente)Neal Stephenson (escritor)

Organizações

MetaFacebookOculusRobloxFortniteDisneyCrate & BarrelMcKinseyAppleThe New York Times Company

Lugares

São Francisco (EUA)Menlo Park (Califórnia)