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Após 100% em 4 anos, Artax vê risco escondido no boom das ações nos EUA

A Artax, mesa da Itaú Asset com 100% de retorno em quatro anos, alerta para o risco do "efeito riqueza" nos EUA, onde a alta das ações impulsiona o consumo, criando uma fragilidade caso o mercado de ações, especialmente o setor de IA, sofra uma correção.

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16/03 às 14:00

Pontos principais

  • A Artax, mesa da Itaú Asset, alcançou 100% de retorno em quatro anos, superando o CDI em 8 pontos percentuais anuais, gerindo mais de R$ 10 bilhões.
  • Bruno Bak, head da Artax, alerta para o risco subavaliado do "efeito riqueza" nos EUA, onde o consumo está excessivamente ligado ao desempenho do mercado de ações.
  • A análise sugere que uma correção nas bolsas, possivelmente desencadeada por questionamentos sobre modelos de negócio de IA, poderia levar a uma retração do consumo, queda de lucros e perda de empregos.
  • A Artax adota uma estratégia de diversificação e evita apostas em geopolítica, focando em mercados onde possui vantagem comparativa, como renda fixa na América Latina (México e Chile).
  • A carteira da Artax é impulsionada por dois motores independentes (macro e micro), evitando o "beta Brasil" e buscando empresas com modelos de negócio dominados, como bancos no Brasil e a TSMC no exterior.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Bruno Bak (head da mesa Artax)Lucas CollazoDaniel (sócio da Artax)Stéfano (sócio da Artax)Lourenço (sócio da Artax)Warren Buffett

Organizações

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Lugares

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