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Acordo Mercosul-UE deve ampliar concorrência e mudar disputa no mercado de vinhos no Brasil, avalia especialista

O acordo comercial entre Mercosul e União Europeia deve intensificar a concorrência e transformar o mercado brasileiro de vinhos, aumentando a presença de rótulos europeus e impactando principalmente os vinhos sul-americanos importados, segundo Malu Sevieri da ProWine São Paulo.

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08/05 às 11:53

Pontos principais

  • O acordo Mercosul-UE deve acelerar a transformação do mercado brasileiro de vinhos, ampliando a concorrência e a presença de rótulos europeus.
  • Malu Sevieri, diretora da ProWine São Paulo, avalia que o setor de vinhos entra em nova fase de disputa global com a redução gradual de tarifas.
  • A redução tarifária pode levar a uma queda acumulada de até 27% nos preços ao longo de 12 anos, mas fatores internos podem mitigar o impacto.
  • Apesar da concorrência, produtores brasileiros não devem ser os mais afetados; a disputa tende a atingir mais os vinhos chilenos e argentinos.
  • O consumo de vinho no Brasil cresce desde a pandemia, com aumento na procura por vinhos brancos e espumantes.
  • A ProWine São Paulo 2026 espera reunir mais de 1.800 produtores de 36 países, refletindo a expansão do mercado.
  • A produção nacional de vinhos tem avançado, com quase todos os estados brasileiros produzindo vinhos de qualidade atualmente.

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Malu Sevieri (diretora da ProWine São Paulo)

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