O Uber Mototáxi SP refere-se à tentativa da Uber de implementar um serviço de transporte por motocicleta em São Paulo, que foi rejeitada pela Prefeitura em 31 de março de 2026. A decisão baseou-se na análise técnica do Comitê Municipal do Uso do Viário, que considerou que os documentos da empresa não atendiam às exigências da legislação municipal. Essa rejeição ocorreu após disputas judiciais e a aprovação de uma lei municipal que endureceu as exigências para o serviço, incluindo cursos para condutores e uso de placa vermelha, com custos arcados pelas empresas.
Uber Mototáxi SP refere-se à tentativa da empresa Uber de implementar um serviço de transporte de passageiros por motocicleta na cidade de São Paulo. O pedido da Uber foi rejeitado pela Prefeitura de São Paulo em 31 de março de 2026, após um período de disputas judiciais e regulatórias sobre a liberação da atividade na capital paulista. A decisão da prefeitura baseou-se na análise técnica do Comitê Municipal do Uso do Viário, que considerou que os documentos apresentados pela empresa não atendiam às exigências da legislação municipal.
Desde 2023, a gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) e empresas de aplicativo, incluindo a Uber e a 99, estavam em embates judiciais sobre a regulamentação do serviço de mototáxi em São Paulo. Após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou que os municípios não podem proibir o mototáxi, a Câmara Municipal de São Paulo aprovou uma lei que endureceu as exigências para as empresas interessadas em oferecer o serviço. Essa lei, sancionada por Nunes, estabeleceu uma série de obrigatoriedades e restrições. Entre as exigências estavam a realização de cursos para os condutores, o uso de placa vermelha nos veículos e o uso de colete refletivo tanto pelo passageiro quanto pelo motociclista, com os custos dessas medidas a serem arcados pelas empresas. A legislação também impôs proibições, como a operação do serviço no centro expandido e nas marginais, a vedação do uso por menores de 18 anos e a restrição em dias de tempestades intensas. Para operar, as empresas precisavam de credenciamento junto à Prefeitura, que foi negado à Uber.