O roubo de arte na Itália abrange furtos físicos e ataques cibernéticos a instituições culturais, sendo a nação um alvo frequente devido ao seu vasto patrimônio. Recentemente, a Galeria Uffizi sofreu um ataque cibernético que resultou no roubo de dados sensíveis e na transferência preventiva de obras valiosas para o Banco da Itália. Além disso, museus italianos e europeus têm sido alvo de roubos de obras de arte, como o furto de pinturas de mestres franceses em um museu no norte da Itália.
O roubo de arte na Itália refere-se a incidentes de furto e ataques cibernéticos que afetam instituições culturais e museus no país. Recentemente, a Galeria Uffizi, um dos museus mais visitados da Itália, foi alvo de um ataque cibernético significativo, resultando na obtenção de dados sensíveis e na transferência preventiva de obras de arte valiosas. Além disso, outros museus italianos e europeus também têm sido alvo de roubos de obras de arte.
A Itália, com seu vasto patrimônio cultural, é um alvo frequente para roubos de arte. Em março, três pinturas de mestres franceses como Pierre-Auguste Renoir, Paul Cezanne e Henri Matisse foram roubadas de um museu no norte da Itália. No final de janeiro ou início de fevereiro de 2026, a Galeria Uffizi, em Florença, sofreu um ataque cibernético. Hackers se infiltraram na rede do museu, acessando servidores da Uffizi, do Palazzo Pitti e dos Jardins Boboli. Eles teriam esvaziado alguns servidores e enviado um pedido de resgate ao diretor da Galeria Uffizi, Simone Verde. Os invasores obtiveram códigos de entrada, senhas, sistemas de alarme e mapas internos. Como medida de precaução, os itens mais valiosos do Tesouro dos Grão-Duques, alojados no Palazzo Pitti, foram transferidos para o Banco da Itália, e algumas portas e saídas de emergência foram lacradas. O arquivo digital completo do departamento fotográfico, contendo imagens e documentos de décadas, também foi supostamente roubado.