A Meta Superintelligence Labs (MSL) é uma unidade de pesquisa e desenvolvimento de inteligência artificial (IA) de ponta, criada pela Meta Platforms em junho de 2025. Seu objetivo principal é desenvolver capacidades de IA que superem os modelos atuais, focando na criação de "superinteligência" – máquinas capazes de pensar, aprender e operar com maior autonomia e poder. A MSL representa um investimento significativo da Meta na corrida pela IA, buscando liderar o desenvolvimento de modelos de fundação e sistemas multiagentes. A empresa se reposicionou para ser "Superintelligence-first", integrando IA generativa em todo o seu ecossistema de produtos e mantendo o compromisso com a comunidade de código aberto através de seus modelos Llama.
A Meta Superintelligence Labs (MSL) é uma unidade de pesquisa e desenvolvimento de inteligência artificial (IA) de ponta, criada pela Meta Platforms em junho de 2025. Seu objetivo principal é desenvolver capacidades de IA que superem os modelos atuais, focando na criação de "superinteligência" – máquinas capazes de pensar, aprender e operar com maior autonomia e poder. A MSL representa um investimento significativo da Meta na corrida pela IA, buscando liderar o desenvolvimento de modelos de fundação e sistemas multiagentes.
A Meta Platforms, após um período de foco no "Metaverso", reorientou sua estratégia para a inteligência artificial a partir do final de 2023. Em 2025, a empresa se reposicionou de uma companhia "Metaverso-first" para uma "Superintelligence-first", integrando IA generativa em todo o seu ecossistema de produtos e mantendo o compromisso com a comunidade de código aberto através de seus modelos Llama. A criação da MSL em junho de 2025 foi um passo estratégico para consolidar essa visão, reunindo talentos de empresas como OpenAI, Google DeepMind e Anthropic. Em outubro de 2025, a Meta anunciou a eliminação de cerca de 600 posições em seu setor de IA para focar esforços na MSL, buscando uma estrutura mais ágil e eficiente. A empresa tem investido bilhões em infraestrutura e na contratação de pesquisadores de elite, com pacotes de remuneração que podem ultrapassar os US$ 100 milhões por vários anos.