O Messias Sky Tower é um arranha-céu de luxo proposto para Itapema, Santa Catarina, em homenagem ao ex-presidente Jair Bolsonaro, com a participação de seus filhos no lançamento. O projeto prevê mais de 50 andares com diversas amenidades de alto padrão. Apesar de ter obtido a licença ambiental em março de 2026, o empreendimento, lançado em outubro de 2025, enfrenta entraves técnicos, comerciais e regulatórios, e as obras ainda não foram iniciadas, com a construtora avaliando a viabilidade da retomada.
O Messias Sky Tower é um projeto de arranha-céu de luxo proposto para ser construído em Itapema, Santa Catarina. O empreendimento, que faz uma referência ao ex-presidente Jair Bolsonaro, foi lançado com a participação de seus filhos, Carlos e Jair Renan Bolsonaro. O projeto prevê mais de 50 andares, com unidades de 4 a 6 quartos, marina privativa para jet-skis, rooftop com piscinas, sky bar e charutaria. Apesar do lançamento inicial, o projeto tem enfrentado entraves técnicos, comerciais e regulatórios, atrasando o início das obras.
O projeto Messias Sky Tower foi anunciado com grande pompa em outubro de 2025, em um evento que contou com a presença de Carlos e Jair Renan Bolsonaro. A escolha de Itapema para o empreendimento se deu pela forte votação que Jair Bolsonaro obteve na cidade em 2022 (75% dos votos) e pelo aquecido mercado imobiliário local, que possui um dos metros quadrados mais caros do Brasil. A construtora Dallagassa é a responsável pelo projeto.
Inicialmente, o empreendimento foi divulgado antes de cumprir etapas básicas, como a obtenção da licença ambiental prévia. Essa falta de planejamento resultou na suspensão do cronograma original. Além das questões regulatórias, houve atritos com corretores locais e incertezas sobre a negociação do terreno. A construtora chegou a sinalizar a possibilidade de desistir do projeto, mas posteriormente obteve a licença ambiental no início de março de 2026. No entanto, mesmo com a licença, a Dallagassa ainda avalia a viabilidade da retomada do projeto e suas condições, com o terreno permanecendo sem qualquer sinal de obras seis meses após o lançamento.