O BioParque Vale Amazônia é um centro de conservação da biodiversidade localizado na Serra do Carajás, Pará, mantido pela empresa Vale. Com 30 hectares, sendo 70% floresta nativa, o parque atua na preservação e reabilitação de espécies ameaçadas, como a onça-pintada e o macaco-aranha, muitas vezes resgatadas de cativeiros ilegais. Membro da AZAB, o BioParque realiza programas de reprodução em cativeiro e recebe mais de 200 mil visitantes anualmente com entrada gratuita, contribuindo para estratégias nacionais de conservação.
O BioParque Vale Amazônia é um centro de conservação da biodiversidade localizado na Serra do Carajás, em Parauapebas, Pará. Mantido pela empresa Vale, o parque ocupa 30 hectares, sendo cerca de 70% de floresta nativa. O BioParque atua na preservação de espécies ameaçadas, como a onça-pintada e o macaco-aranha, e é membro da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB). Além de abrigar animais resgatados de cativeiros ilegais, o parque realiza programas de reprodução em cativeiro e recebe mais de 200 mil visitantes anualmente, oferecendo entrada gratuita.
O BioParque Vale Amazônia possui mais de 41 anos de existência e está inserido na Floresta Nacional de Carajás (Flona de Carajás). Sua missão inclui a reabilitação de animais silvestres resgatados de situações de maus-tratos ou cativeiro ilegal, que não podem ser reintroduzidos na natureza devido à perda de habilidades essenciais de sobrevivência. O parque também se dedica à reprodução de espécies ameaçadas, como a onça-pintada, como parte de estratégias nacionais de conservação. Um exemplo recente é o nascimento de Xingu, um filhote de onça-pintada, em dezembro de 2025, que representa a sétima reprodução da espécie no BioParque nos últimos 12 anos. O parque também é notável por ter abrigado a macaca-aranha Chicó, resgatada após 18 anos de cativeiro e reabilitada para interagir com outros primatas de sua espécie.