Um novo memorial inaugurado em abril de 2026 na capital da Coreia do Norte, Pyongyang, trouxe novos indícios sobre o custo humano da participação militar do país na guerra entre Rússia e Ucrânia. Segundo levantamento baseado na contagem de nomes gravados na estrutura, cerca de 2.304 soldados norte-coreanos teriam morrido em combates na região de Kursk. O Serviço Nacional de Inteligência da Coreia do Sul estima que o número total de baixas, incluindo feridos, possa atingir 6 mil militares desde o início da cooperação. A existência do monumento é interpretada por especialistas como uma tentativa do regime de Kim Jong-un de legitimar as perdas perante a opinião pública interna, ao mesmo tempo em que consolida o pacto de defesa mútua firmado com a Rússia em 2024, que intensificou a integração militar entre os dois países sob a gestão do presidente Donald Trump.
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