As autoridades das Maldivas retomaram a operação de alto risco para recuperar os corpos de cinco mergulhadores italianos que morreram em uma caverna subaquática no Atol de Vaavu. As vítimas foram localizadas em uma câmara remota, a mais de 50 metros de profundidade, em uma área onde a luz solar não alcança. A complexidade da missão exigiu o uso de equipamentos técnicos avançados e o apoio de mergulhadores especialistas em cavernas, incluindo uma equipe de elite da Divers Alert Network Europe, que trabalha em conjunto com a Força de Defesa Nacional das Maldivas. O incidente, classificado como o mais grave acidente de mergulho na história do arquipélago, também resultou na morte do sargento-mor Mohamed Mahudhee, que sofreu complicações por descompressão durante as tentativas iniciais de resgate. O governo local confirmou que, embora o grupo de italianos possuísse autorização para realizar pesquisas sobre corais, a exploração da caverna submarina não estava contemplada na licença, configurando uma atividade que excedeu os limites de segurança para mergulho recreativo. As autoridades seguem investigando as circunstâncias que levaram à tragédia enquanto as equipes de elite finalizam os trabalhos de recuperação no local.
G1 Mundo • 19 mai, 00:01
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