Desde o início do conflito com a Ucrânia em 2022, o governo da Rússia implementou uma estratégia sistemática de recrutamento de presidiários para atuar nas linhas de frente. A medida, que visa suprir as elevadas baixas militares sofridas pelas forças russas, resultou em uma redução drástica da população carcerária do país, que caiu quase pela metade no período. O uso de detentos como força de combate tornou-se um pilar central para a manutenção do esforço bélico do regime de Vladimir Putin. Essa política destaca a pressão sobre os recursos humanos do país e a disposição do Kremlin em utilizar meios não convencionais para garantir a continuidade de suas operações militares, alterando significativamente a dinâmica do sistema prisional russo em prol das necessidades do campo de batalha.
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