O órgão eleitoral do Peru, o JNE, comprometeu-se a implementar correções logísticas rigorosas antes do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 7 de junho. A medida responde aos problemas técnicos e atrasos registrados durante o primeiro turno, que geraram desconfiança e acusações de fraude por parte do candidato Rafael Lopez Aliaga. Para assegurar a transparência e a integridade do pleito, a autoridade eleitoral formou um comitê de especialistas internacionais que atuará como observador durante todo o processo. A disputa final, que oficializa Keiko Fujimori e Roberto Sánchez como os dois nomes na corrida pelo cargo, é vista como um momento decisivo para a estabilidade política do país. A atuação do JNE busca restaurar a confiança dos eleitores peruanos e garantir que o resultado final reflita fielmente a vontade popular, evitando a repetição dos contratempos logísticos observados anteriormente.
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