O sindicato da Samsung Electronics decidiu manter a greve de 18 dias programada para começar em 21 de maio, após o impasse nas negociações salariais com a direção da companhia. A confirmação da paralisação provocou uma queda de 8,6% nas ações da empresa, refletindo a preocupação de investidores com a estabilidade da cadeia de suprimentos e a confiabilidade nas entregas de chips de memória. Analistas do JPMorgan alertam que o prejuízo operacional decorrente da interrupção pode alcançar US$ 20 bilhões. O cenário gera apreensão no governo sul-coreano, que teme que o conflito trabalhista comprometa as exportações e o desempenho econômico nacional. A Samsung busca retomar o diálogo para evitar danos severos à sua capacidade produtiva global.
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