Um mês após alcançar a máxima histórica de 199.354 pontos, o Ibovespa atravessa um período de correção acentuada, com recuo superior a 11%. O cenário atual reflete uma postura mais defensiva dos investidores, que reduziram o apetite por risco após o forte rali observado no início de 2026. Apenas oito ações do índice conseguiram manter valorização no período, evidenciando uma seletividade maior do mercado, concentrada principalmente em empresas de siderurgia e materiais básicos. Em contrapartida, papéis de setores mais sensíveis, como Magazine Luiza, Cyrela, Cogna e MBRF, sofreram quedas superiores a 20%. Especialistas apontam que o índice busca agora um novo equilíbrio, com a região dos 175.000 pontos sendo observada como um suporte técnico fundamental para definir a tendência de curto prazo e evitar a continuidade do movimento de baixa.
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