O mercado brasileiro de beleza registra uma nova onda de expansão com a entrada de marcas asiáticas, como a japonesa Curél e a chinesa Sheglam. A movimentação reflete a abertura do consumidor local, especialmente a Geração Z, a tendências globais impulsionadas por redes sociais. Enquanto a Curél foca em dermocosméticos minimalistas, a Sheglam utiliza sua conexão com a Shein para oferecer produtos de maquiagem e skincare com alto apelo digital. A estratégia das companhias é estruturada para garantir a viralização em plataformas como o TikTok, priorizando embalagens e texturas que performam bem em vídeos. Segundo especialistas, o Brasil tornou-se um destino estratégico para essas empresas devido à combinação de um público receptivo a inovações científicas e uma demanda por produtos com preços competitivos, consolidando o país como um polo relevante para o setor de beleza global.
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