A União Europeia ampliou as sanções contra 16 autoridades e 7 entidades russas acusadas de envolvimento direto no sequestro e na deportação em massa de crianças ucranianas. As medidas, que incluem o congelamento de ativos e a proibição de entrada no bloco, visam punir os responsáveis pela transferência forçada de cerca de 20.500 menores desde 2022. Além do deslocamento, o bloco denuncia programas de doutrinação ideológica, alteração de identidade e militarização de jovens, práticas que violam o direito internacional. Até o momento, apenas 2.200 crianças conseguiram retornar à Ucrânia, enfrentando graves desafios para a reintegração. A decisão reforça a pressão diplomática contra a Rússia, complementando o mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional contra Vladimir Putin por seu papel direto nessas ações.
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