Em meio à crise humanitária, moradores da Faixa de Gaza utilizam o surfe como forma de resistência psicológica e busca por momentos de normalidade.

Em meio ao cenário de destruição generalizada na Faixa de Gaza, um grupo de surfistas mantém a prática do esporte como um mecanismo de resistência psicológica. Para esses moradores, o mar representa um dos últimos refúgios de normalidade em uma região marcada pela crise humanitária e pelo conflito constante. Apesar das condições perigosas e da falta de recursos básicos, a ida à praia é vista como um ato de resiliência, permitindo que os praticantes encontrem momentos breves de alívio e liberdade frente à realidade da guerra. O acesso ao litoral, embora limitado, segue sendo um espaço vital para a saúde mental da população local, que utiliza a tradição do surfe para enfrentar o trauma e a instabilidade do cotidiano atual.
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