A administração Trump implementou novos limites para empréstimos estudantis federais, com um teto de US$ 100.000 para pós-graduação e US$ 200.000 para 11 cursos profissionais, incluindo medicina, farmácia e odontologia, a partir de 1º de julho. Esses valores são consideravelmente menores do que os custos médios de mensalidade para escolas de medicina, que podem ultrapassar US$ 408.000. Além disso, o programa de empréstimos Grad PLUS, que cobria o custo total de um diploma avançado, foi eliminado, removendo uma fonte crucial de financiamento para muitos estudantes.
Especialistas alertam que essas mudanças podem desestimular futuros profissionais de saúde, agravando a escassez de trabalhadores no setor e impactando o acesso à saúde. Estudantes que não se qualificarem para empréstimos privados, incluindo uma parcela significativa de beneficiários do Pell Grant (muitos deles pessoas de cor e de baixa renda), serão desproporcionalmente afetados, podendo ser forçados a abandonar seus cursos ou recorrer a credores privados com termos mais onerosos.
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