O investidor estrangeiro continua sendo o principal pilar de sustentação da B3 em 2026, com uma entrada líquida acumulada de R$ 56,54 bilhões até abril. Este volume representa o melhor desempenho para o período desde 2022 e é 2,22 vezes superior ao fluxo total registrado em 2025. No entanto, o mês de abril de 2026 apresentou uma desaceleração notável, registrando a pior entrada líquida mensal do ano, com R$ 3,18 bilhões sem ofertas, e marcando a terceira queda consecutiva no fluxo.
Nos últimos dias de abril, a B3 observou uma saída líquida de R$ 7,88 bilhões por parte dos investidores estrangeiros. Essa mudança de comportamento é explicada por fatores como a realização de lucros, o aumento da aversão a risco global e as oscilações nos preços das commodities. Analistas indicam que, embora haja uma desaceleração, o movimento não sugere uma reversão estrutural, mas sim uma transição para um comportamento mais tático do fluxo estrangeiro, com o Brasil sendo percebido como um ativo de maior risco, atraindo entradas expressivas em momentos de apetite e saídas rápidas em períodos de cautela.
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