As campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro já estão articulando estratégias para conquistar o voto de diferentes segmentos religiosos, como evangélicos e católicos, visando as eleições presidenciais de 2026. Aliados de Lula focam em pautas trabalhistas e sociais, como o fim da escala 6x1, para dialogar com evangélicos, enquanto o presidente resiste a acenos religiosos diretos, preferindo pautas do cotidiano. Uma pesquisa Quaest indica que Lula está à frente entre católicos.
Por outro lado, Flávio Bolsonaro busca ampliar sua presença entre católicos, apesar de já possuir forte apoio evangélico. Ele participa de cultos evangélicos e considera Simone Marquetto, próxima a lideranças católicas, como possível vice. A mesma pesquisa Quaest aponta Flávio Bolsonaro na liderança entre os evangélicos. Otoni de Paula, ex-interlocutor do governo com evangélicos, deixou a função e agora apoia Ronaldo Caiado.
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