A Cidade do México enfrenta um afundamento acelerado, atingindo até 24 centímetros por ano em certas regiões. Este fenômeno é atribuído principalmente à extração intensiva de água subterrânea, que compacta o solo da cidade, originalmente construída sobre um antigo leito de lago. Especialistas indicam que, em menos de um século, a capital mexicana já afundou mais de 12 metros, com estruturas históricas como a Catedral Metropolitana e o Anjo da Independência apresentando inclinações ou adaptações.
A gravidade do problema foi confirmada por dados recentes da missão NISAR, uma colaboração entre a NASA e a ISRO, que utiliza radares de banda L e S para monitorar o terreno. A situação não apenas ameaça a infraestrutura urbana, mas também agrava a crise hídrica crônica da região, exigindo mudanças urgentes na gestão da água e no planejamento urbano para mitigar os impactos.
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