A Anistia Internacional acusou os militares nigerianos de manterem um 'campo de concentração' para o grupo étnico Fulani, onde aproximadamente 1.500 pessoas teriam sido detidas por um período de três meses. A organização de direitos humanos relatou que muitas das pessoas detidas, incluindo crianças, morreram devido a doenças e fome durante o cativeiro. A denúncia aponta para graves violações dos direitos humanos e levanta questões urgentes sobre as condições de detenção e o tratamento de civis na Nigéria.
As alegações da Anistia Internacional destacam a necessidade de uma investigação aprofundada sobre as operações militares na região e o respeito às leis humanitárias internacionais. A situação descrita pela organização sublinha a vulnerabilidade de populações deslocadas e a importância da proteção de civis em contextos de conflito ou instabilidade.
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