Líderes latino-americanos defendem que a região utilize suas vastas reservas de minerais críticos para desenvolver uma indústria própria de transição energética, gerando empregos e fortalecendo sua posição geopolítica.

Lideranças e especialistas da América Latina defendem que a região aproveite suas extensas reservas de minerais críticos para desenvolver uma indústria própria de transição energética. A proposta visa evitar que a América Latina seja apenas uma exportadora de matérias-primas, buscando, em vez disso, criar empregos e fortalecer sua posição geopolítica no cenário global. Países como Argentina, Bolívia, Brasil, Chile e Peru possuem reservas significativas desses minerais, que são cruciais para tecnologias de energia limpa.
Andrés Camacho, ex-ministro da Colômbia, e Cecilia Nicolini, deputada do Parlasul, enfatizam a necessidade de avançar na produção de itens como baterias de lítio, em vez de apenas exportar o mineral bruto. A Agência Internacional de Energia (AIE) reconhece a América Latina como um ator chave no mercado global de minerais críticos. O presidente Lula também defende que o Brasil e a região não repitam erros passados, utilizando esses recursos para o desenvolvimento e segurança nacional, aproveitando a atual disputa geopolítica por esses minerais.
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