Priscila Pamela Santos, a primeira advogada negra a assumir a presidência do Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD), comparou o caso Master à Operação Lava Jato, criticando vazamentos seletivos e a espetacularização judicial.
Priscila Pamela Santos, a primeira advogada negra a presidir o Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD), traçou um paralelo entre o caso Master e a Operação Lava Jato. A comparação, feita apesar das diferenças de dimensão entre os casos, foca na preocupação com vazamentos seletivos de informações e a publicização excessiva de processos judiciais, que, segundo ela, contribuem para a espetacularização da Justiça.
Em sua análise, Santos criticou a forma como informações são divulgadas, ressaltando o impacto dessas práticas na percepção pública e na integridade dos processos. Além de abordar questões processuais, a nova presidente do IDDD também compartilhou experiências pessoais de racismo que enfrentou ao longo de sua trajetória profissional, destacando a importância de combater o preconceito no ambiente jurídico.
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