A Monte Bravo sugere aumentar a alocação em Tesouro IPCA+ de vencimento intermediário para proteger portfólios contra a estagflação global, impulsionada por choques no petróleo e conflitos no Oriente Médio.
A Monte Bravo, por meio de seu CIO Guilherme Loureiro, recomendou aumentar a alocação em títulos do Tesouro IPCA+ de vencimento intermediário, com prazo entre 5 e 10 anos. A medida é uma resposta ao cenário global de risco de estagflação, impulsionado pelo choque de oferta de petróleo e pelos conflitos no Oriente Médio, que substituíram as expectativas de um cenário econômico mais favorável para 2025.
Segundo a Monte Bravo, as NTN-Bs podem compor até 40% do portfólio, oferecendo proteção contra a inflação e potencial de ganhos. A estratégia também prevê uma forte posição em caixa, com 45% em Tesouro Selic, para permitir a aquisição de ativos em momentos oportunos. Embora o Brasil apresente vantagens estruturais como exportador de commodities, a cautela persiste devido ao ruído fiscal interno.
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