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Por que aumentar a alocação no Tesouro IPCA+, segundo a Monte Bravo

A Monte Bravo recomenda aumentar a alocação em títulos do Tesouro IPCA+ de vencimento intermediário devido ao risco de estagflação global, impulsionado pelo choque do petróleo e conflitos no Oriente Médio, oferecendo proteção e potencial de ganhos.

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05/04 às 05:00

Pontos principais

  • O cenário de "cachinhos dourados" de 2025 foi substituído pelo risco de estagflação devido ao choque de oferta de petróleo e conflitos no Oriente Médio.
  • Guilherme Loureiro, CIO da Monte Bravo, sugere aumentar a alocação em Tesouro IPCA+ de vencimento intermediário (5 a 10 anos).
  • A Monte Bravo recomenda que as NTN-Bs representem até 40% do portfólio, devido à assimetria de risco favorável.
  • Títulos Tesouro IPCA+ protegem contra a inflação e podem gerar ganhos equivalentes aos da Bolsa em cenários de melhora.
  • A estratégia inclui uma forte posição em caixa (45% em Tesouro Selic) para aproveitar oportunidades de compra.
  • O Brasil, como exportador de commodities e geograficamente isolado, possui vantagens estruturais, mas o ruído fiscal interno ainda gera cautela.
  • A equipe da Monte Bravo evita papéis muito longos ou muito curtos para não expor o investidor à volatilidade extrema ou ao risco estrutural do país.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Guilherme Loureiro (CIO da Monte Bravo)

Organizações

Monte BravoBanco Central

Lugares

Oriente MédioBrasil