Chanceler do Irã acusa EUA e Israel de genocídio e pede que ONU condene ataque a escola em Minab, que matou mais de 170
O chanceler do Irã, Abbas Araqchi, acusou os EUA e Israel de genocídio e pediu à ONU que condene o ataque a uma escola em Minab, que resultou na morte de cerca de 175 pessoas, durante uma sessão do Conselho de Direitos Humanos.
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27/03 às 06:07
Pontos principais
- O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, acusou os EUA e Israel de genocídio e pediu a condenação do ataque à escola em Minab.
- O ataque à escola de Shajareh Tayyebeh, em Minab, ocorreu no primeiro dia da guerra entre EUA, Israel e Irã, matando cerca de 175 pessoas.
- Araqchi afirmou que o ataque foi um crime de guerra e contra a humanidade, com as vítimas sendo "massacradas de forma completamente intencional e brutal".
- O chanceler iraniano também acusou EUA e Israel de destruírem ou danificarem mais de 600 escolas e criticou o início da guerra durante negociações nucleares.
- O governo Trump acusa o Irã pelo ataque e nega ter civis como alvo, apesar de uma investigação militar preliminar apontar responsabilidade das forças dos EUA.
- O chefe de Direitos Humanos da ONU, Volker Türk, pediu que os EUA concluam e publiquem a investigação sobre o ataque para que haja justiça.
- O representante do Brasil na ONU, André Simas Magalhães, condenou o ataque, classificando-o como grave violação dos direitos humanos e do direito internacional humanitário.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Abbas Araqchi (Ministro das Relações Exteriores do Irã)Volker Türk (Chefe de Direitos Humanos da ONU)André Simas Magalhães (Representante do Brasil no Conselho de Direitos Humanos da ONU)Donald Trump (presidente dos EUA)
Organizações
ONU (Organização das Nações Unidas)Conselho de Direitos Humanos da ONUExército dos EUAGoverno Trump
Lugares
IrãEstados UnidosIsraelMinabGenebraShajareh Tayyebeh
