A mídia estatal do Irã tem utilizado uma combinação de fatos e desinformação, incluindo o uso de inteligência artificial, para moldar a narrativa da guerra para seu público interno.
A mídia estatal iraniana tem sido caracterizada por uma mistura de fatos e ficção em sua cobertura da guerra, apresentando uma versão oficial dos eventos para o público interno. Inicialmente, a notícia da morte do Líder Supremo Ali Khamenei foi silenciada, sendo confirmada apenas horas depois do anúncio do presidente Donald Trump. Durante o conflito, a cobertura tem priorizado o sofrimento civil, apelos por retaliação e lealdade à República Islâmica, minimizando a atenção a ataques militares.
Considerado um dos países mais repressivos em liberdade de imprensa, o Irã impõe rígidas restrições e bloqueios de internet que isolam a população. Veículos estatais têm inflado o número de baixas inimigas, como a alegação de centenas de soldados americanos mortos, e utilizam tecnologias como vídeos gerados por inteligência artificial para disseminar propaganda, embora nem sempre de forma convincente. Essa estratégia combina "pequenas verdades" com informações falsas, exigindo ceticismo ao consumir reportagens da mídia estatal iraniana.
13 mar, 05:00
6 mar, 09:00
28 fev, 10:56
28 fev, 04:00
28 jan, 15:41