Pesquisadores desenvolvem cristais de memória e armazenamento em DNA para enfrentar o consumo massivo de energia e a crescente demanda por dados.
Pesquisadores estão desenvolvendo soluções inovadoras, como os "cristais de memória" e o armazenamento em DNA, para enfrentar o crescente problema do consumo massivo de energia e recursos pelos centros de dados. Cientistas descobriram cristais de memória em vidro de sílica, que podem armazenar dados em cinco dimensões, prometendo alta densidade e durabilidade quase eterna. A tecnologia, desenvolvida por Peter Kazansky e sua empresa SPhotonix, busca resolver o problema do armazenamento de dados, que consome enormes quantidades de eletricidade e água em data centers.
O armazenamento em DNA é outra alternativa promissora, capaz de guardar vastas quantidades de dados por milênios com baixa necessidade energética, embora ainda enfrente desafios de custo. A Microsoft tem investido em pesquisa de armazenamento em vidro, incluindo o vidro de borossilicato, mais barato e durável, com potencial para armazenar dados por até 10 mil anos. A demanda por armazenamento de dados está crescendo exponencialmente, impulsionada pela internet e inteligência artificial, com projeções de que o consumo de eletricidade dos data centers dobrará até 2030.
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