Valdemar da Costa Neto, presidente do PL, minimizou as doações de investigados no Caso Master à campanha de Bolsonaro em 2022, defendendo a abertura de uma CPI e negando envolvimento do partido.
O presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, veio a público para minimizar as doações de indivíduos investigados no Caso Master à campanha presidencial de Jair Bolsonaro em 2022. Costa Neto afirmou que as contribuições do cunhado de Daniel Vorcaro, Fabiano Zettel – que foi o maior doador pessoa física da campanha e também foi preso –, não foram as maiores recebidas, e que as doações ocorrem pela "força e prestígio do Bolsonaro". Ele declarou não conhecer Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que está sob investigação por um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras.
Em meio às repercussões do caso, Valdemar da Costa Neto defendeu a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado para investigar o Caso Master. O presidente do PL reiterou sua crença de que não há envolvimento de políticos de seu partido no esquema, alegando que nenhum membro o procurou para tratar do assunto. A posição de Costa Neto busca desvincular a campanha de Bolsonaro e o PL das investigações que envolvem os doadores.