O presidente da CBAt, Wlamir Motta Campos, prevê de três a quatro medalhas para o atletismo brasileiro nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028, superando desempenhos anteriores.
O presidente da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), Wlamir Motta Campos, demonstrou otimismo ao projetar um recorde de pódios para o atletismo brasileiro nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. A expectativa é de que o país conquiste entre três e quatro medalhas, superando o melhor desempenho histórico da modalidade, que foi de três medalhas em Pequim 2008. Nomes como Caio Bonfim, Juliana Campos, Alison dos Santos (Piu) e Luiz Maurício são apontados como fortes candidatos a medalhas, reforçando a esperança de um ciclo olímpico promissor.
Além das projeções para 2028, o Brasil se prepara para sediar o Campeonato Mundial por Equipes de Marcha Atlética em Brasília, no dia 12 de abril, com a participação de Caio Bonfim. O evento introduzirá novas distâncias de prova, incluindo a meia-maratona como distância olímpica. Apesar do sucesso na organização de eventos específicos, o país enfrenta obstáculos estruturais, como a ausência de estádios com duas pistas de atletismo, que impedem a candidatura para sediar um Mundial de Atletismo completo, embora haja interesse em sediar o Mundial de Corrida de Rua em 2028.