Os Estados Unidos assumiram o controle da venda de petróleo venezuelano e da gestão dos lucros, depositando-os em um fundo fiduciário no Catar para estabilizar a economia da Venezuela após a prisão de Nicolás Maduro.
Os Estados Unidos implementaram um mecanismo temporário para controlar a venda de petróleo venezuelano e gerenciar seus lucros, visando estabilizar a economia do país sul-americano. Após a prisão de Nicolás Maduro, os EUA assumiram a gestão da indústria petrolífera, com empresas como Vitol e Trafigura comercializando o petróleo para refinarias americanas. Os recursos obtidos são depositados em uma conta do Banco Central da Venezuela no JP Morgan e, posteriormente, transferidos para um fundo fiduciário no Catar, sob aprovação dos EUA.
Este fundo é utilizado para injetar dinheiro na economia venezuelana através de leilões do BCV, priorizando a aquisição de alimentos e medicamentos, com auditoria posterior dos EUA para garantir a correta aplicação. A iniciativa, que incluiu a visita do secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, à Venezuela, busca reduzir a inflação e estabilizar o câmbio, representando um avanço em relação ao cenário anterior de sanções e corrupção, apesar das preocupações com a transparência do processo.