Zuckerberg liga demissões na Meta a investimento em IA e admite novos cortes
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, ligou as demissões em massa da empresa ao aumento dos investimentos em inteligência artificial e não descartou novos cortes de pessoal em uma reunião com funcionários.
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30/04 às 19:26
Pontos principais
- Mark Zuckerberg atribuiu as demissões na Meta ao foco em investimentos em inteligência artificial.
- Ele explicou que o aumento do capital em infraestrutura de computação para IA significa menos recursos para o quadro de funcionários.
- Zuckerberg se recusou a descartar futuros cortes de pessoal, indicando que a situação pode evoluir.
- As demissões não estão diretamente ligadas à reorganização das equipes para uma estrutura "nativa de IA" ou à criação de agentes de IA.
- Houve indignação entre os funcionários da Meta devido ao silêncio da empresa sobre as demissões e iniciativas de monitoramento de atividades.
- A Meta planeja demitir cerca de 10% de sua força de trabalho em maio e cortes adicionais no segundo semestre do ano.
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Pessoas
Mark Zuckerberg (presidente-executivo da Meta)
Organizações
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