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‘Estamos retrocedendo’: Cinco ativistas de direitos civis criticam a decisão da Suprema Corte de esvaziar a Lei de Direitos de Voto

Ativistas de direitos civis criticam duramente a decisão da Suprema Corte dos EUA que enfraqueceu a Lei de Direitos de Voto, classificando-a como um retrocesso na luta contra a privação de direitos da população negra.

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09/05 às 08:00

Pontos principais

  • A decisão da Suprema Corte foi descrita por ativistas como um ataque direto aos direitos eleitorais conquistados historicamente.
  • Sheyann Webb-Christburg, sobrevivente das marchas de Selma em 1965, afirmou que a medida facilita a discriminação e o silenciamento de eleitores.
  • Críticos argumentam que a medida representa um retrocesso significativo na proteção do voto nos Estados Unidos.
  • A decisão é vista como um novo capítulo na longa batalha contra a exclusão eleitoral de comunidades negras no país.
  • Ativistas reforçam que a lei original foi fruto de décadas de sacrifícios e lutas sociais.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Sheyann Webb-Christburg (ativista de direitos civis)

Organizações

Suprema Corte dos EUA

Lugares

EUASelma, Alabama