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Verde, de Stuhlberger, aproveita correção e volta a comprar bolsa brasileira

A Verde Asset, de Luis Stuhlberger, aproveitou a correção do mercado causada por eventos geopolíticos para aumentar sua exposição à bolsa brasileira, apostando na recuperação dos ativos locais.

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10/03 às 07:36

Pontos principais

  • A Verde Asset reduziu sua exposição à bolsa brasileira no final de fevereiro, durante ataques entre EUA/Israel e Irã, mas voltou a comprar ativos locais após a turbulência.
  • A gestora avaliou a queda do mercado como uma correção majoritariamente técnica, não refletindo deterioração de fundamentos, criando um ponto de entrada.
  • O fechamento do Estreito de Ormuz e a disparada do petróleo impactaram mercados globais, amplificando o efeito no Brasil, onde os ativos já estavam sem margem para surpresas.
  • A Verde Asset reconhece riscos como escândalos políticos e o ciclo eleitoral no Brasil, mas aposta na recuperação dos ativos.
  • A gestora ajustou seu portfólio globalmente, apostando na desvalorização do dólar e no ganho de espaço de mercados emergentes, incluindo o Brasil.
  • O fundo encerrou fevereiro com alta de 1,44% (vs. 1,00% do CDI) e acumulado de 4,51% no ano (vs. 2,17% do benchmark), com o book de ações sendo o maior contribuinte.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Luis StuhlbergerDonald Trump (presidente dos EUA)

Organizações

Verde AssetCBS

Lugares

Estados UnidosIsraelIrãEstreito de OrmuzBrasil