Taxas recuam e CDBs pagam abaixo do CDI em abril; o que aconteceu?
As taxas dos CDBs pós-fixados e de inflação recuaram em abril após um período de estresse em março, enquanto os prefixados de prazos mais longos registraram alta, refletindo uma normalização do mercado e a busca por prêmio.
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08/05 às 05:00
Pontos principais
- As taxas médias dos CDBs pós-fixados de 24 meses caíram de 100,56% do CDI em março para 99,42% em abril.
- CDBs de inflação para 24 meses pagaram, em média, IPCA + 7,72% em abril, ante 7,81% em março.
- A queda das taxas é vista como uma normalização após o estresse de março, e não uma melhora estrutural do cenário.
- Os CDBs prefixados de prazos mais longos (12 a 36 meses) foram os únicos a registrar alta nas taxas médias em abril, devido à exigência de maior prêmio pelo mercado.
- Especialistas recomendam diversificação, a técnica da escada de vencimentos e cautela com bancos frágeis ou taxas muito baixas.
- Para maio, o cenário dependerá de dados e da percepção de risco fiscal no Brasil, podendo levar à estabilização ou nova pressão de alta nas taxas.
- A principal dica é manter a calma e não tomar decisões precipitadas por medo de perder oportunidades.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Ângelo Belitardo (gestor da Hike Capital)Ramiro Gomes Ferreira (sócio fundador do Clube do Valor)Fernando Benavenuto (especialista em investimentos e sócio da GT Capital)Bruno Perri (economista-chefe da Forum Investimentos)
Organizações
Quantum FinanceInfoMoneyHike CapitalClube do ValorGT CapitalForum InvestimentosParaná BancoABC BrasilStoneHaitong Brasil

