Saúde mental entra na gestão de risco e passa a integrar métricas corporativas
A saúde mental passou a ser incorporada como métrica corporativa e parte da gestão de risco nas empresas, impulsionada pelo aumento de afastamentos e pela atualização da NR-1, que exige a gestão de riscos psicossociais.
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04/03 às 07:35
Pontos principais
- O aumento de afastamentos por transtornos mentais e a atualização da NR-1, que exige a gestão de riscos psicossociais, impulsionaram a saúde mental para a agenda corporativa.
- Empresas como Totvs, Sodexo Brasil e Meliá Hotels International estão integrando a saúde mental em suas estratégias de gestão, com monitoramento por indicadores e responsabilidade da liderança.
- A OMS estima que depressão e ansiedade resultam em uma perda global de US$ 1 trilhão por ano em produtividade.
- No Brasil, dados da Previdência Social mostram um crescimento consistente nos afastamentos por transtornos mentais na última década.
- A segurança psicológica é vista como uma condição para o desempenho sustentável e está sendo integrada a estratégias ESG e agendas de segurança e desempenho industrial.
- Pesquisas estruturadas, indicadores psicossociais e a atribuição de responsabilidade formal à liderança são elementos recorrentes na abordagem das empresas ao tema.
- Grandes corporações multinacionais como Unilever, Microsoft e Google também implementaram programas globais de apoio psicológico e iniciativas de segurança psicológica.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Vivian Broge (vice-presidente de Relações Humanas e Marketing da Totvs)Ana Menegotto (VP de Pessoas, Comunicação e ESG da Sodexo Brasil)Lílian Seraphim (diretora de RH Latam do Meliá Hotels International)Andrés Acosta (diretor de RH da Smurfit Westrock no Brasil)Monique Stony (diretora de Recursos Humanos, Cultura e Inclusão da BAT Latam South)
Organizações
Organização Mundial da Saúde (OMS)InfoMoneyTotvsSodexo BrasilMeliá Hotels InternationalSmurfit WestrockBAT Latam SouthItaú UnibancoMercado LivreUnileverMicrosoftGoogle
Lugares
Brasil
