Realocação global pode gerar fluxo de até US$ 45 bi para o Brasil, aponta Santander
O Santander projeta que a realocação global de investimentos pode gerar um fluxo de até US$ 45 bilhões para o Brasil, impulsionado pela atratividade relativa do mercado brasileiro e pela rotação de capital para mercados emergentes.
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09/02 às 14:50
Pontos principais
- O mercado brasileiro teve um forte início em 2026 para ações, com Ibovespa e ETF EWZ em alta, impulsionados por robustos fluxos estrangeiros.
- As entradas líquidas já somam R$ 28,4 bilhões em 2026, superando o total de 2025.
- O Santander aponta que o cenário global favorece uma rotação gradual para mercados emergentes, após anos de concentração em mercados desenvolvidos.
- A análise do Santander estima que a realocação global pode gerar fluxos adicionais para o Brasil entre US$ 6,5 bilhões e US$ 45 bilhões, dependendo do cenário.
- As avaliações do Brasil continuam atrativas em termos relativos, apesar da recente reprecificação, e o mercado ainda oferece uma combinação de avaliações competitivas e alta liquidez.
- A análise de sensibilidade do Santander considerou o peso dos mercados emergentes em benchmarks globais e a participação do Brasil no universo de mercados emergentes.
- Em um cenário otimista, com o peso do Brasil no MSCI EM retornando à média histórica de 10%, os fluxos de entrada potenciais poderiam chegar a US$ 45 bilhões.
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