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Rastreamento para câncer colorretal pode ser implementado no SUS

O Sistema Único de Saúde (SUS) pode implementar um novo programa de rastreamento para câncer colorretal, com diretrizes já elaboradas e parecer favorável da Conitec, visando reduzir a mortalidade e o número de novos casos da doença.

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19/03 às 17:36

Pontos principais

  • O SUS pode adotar um programa de rastreamento para câncer colorretal, que tem apresentado aumento de casos e óbitos.
  • Uma diretriz com orientações para a testagem foi elaborada por especialistas e recebeu parecer favorável da Conitec.
  • A Conitec abrirá uma consulta pública para contribuições da sociedade antes da decisão final, que caberá ao Ministério da Saúde.
  • A diretriz sugere teste imunoquímico de fezes a cada dois anos para pessoas de 50 a 75 anos sem fatores de risco, com colonoscopia em caso positivo.
  • O objetivo é diagnosticar lesões pré-cancerígenas e a doença em estágio inicial, aumentando as chances de cura.
  • Especialistas como Arn Migowski (Inca) e Renata Fróes (Associação de Gastroenterologia do Rio de Janeiro) reforçam a importância do rastreamento para diminuir a mortalidade e a incidência da doença.
  • A implementação no SUS deve ser escalonada para que o sistema possa absorver a nova demanda de forma organizada.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Arn Migowski (epidemiologista do Instituto Nacional do Câncer)Renata Fróes (presidente da Associação de Gastroenterologia do Rio de Janeiro)

Organizações

Sistema Único de Saúde (SUS)Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec)Ministério da SaúdeInstituto Nacional do Câncer (Inca)Associação de Gastroenterologia do Rio de Janeiro

Lugares

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