Protesto na Argentina atrasa pelo menos 10 navios que aguardavam para carregar grãos
Um protesto de caminhoneiros no porto argentino de Quequén, exigindo taxas de frete mais altas, atrasou o carregamento de pelo menos 10 navios de grãos e paralisou as operações, afetando as exportações agrícolas do país.
|
21/04 às 15:09
Pontos principais
- Pelo menos 10 navios tiveram o carregamento de grãos atrasado no porto de Quequén, Argentina, devido a um protesto de caminhoneiros.
- Os caminhoneiros estão bloqueando o acesso ao terminal, impedindo a entrada de caminhões com grãos e paralisando as operações.
- O protesto visa negociar aumentos de tarifas de frete com empresas de armazenamento de grãos e produtores agrícolas.
- Quequén é um porto significativo, responsável por 20% da soja exportada pela Argentina em 2025.
- Grandes exportadores como Bunge, Cofco e ACA operam no porto afetado.
- Mais de 80% dos carregamentos de grãos para os portos argentinos são feitos por caminhão, tornando o protesto impactante.
- A ação já afetou temporariamente o porto de Bahia Blanca e causou um bloqueio de exportações estimado em US$450 milhões.
Mencionado nesta matéria
Organizações
ReutersBungeCofcoACA
Lugares
ArgentinaQuequénBuenos AiresBahia BlancaRosárioIsrael

