Por que CDBs curtos pagam mais que títulos de longo prazo? Confira taxas de janeiro
CDBs de curto prazo pagaram mais que os de longo prazo em janeiro, impulsionados pela Selic alta e pela necessidade de liquidez dos bancos, com especialistas recomendando focar em vencimentos menores.
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09/02 às 05:00
Pontos principais
- Em janeiro, CDBs de inflação de 12 meses renderam mais (IPCA + 8,33%) que os de 36 meses (IPCA + 7,46%).
- A Selic em 15% ao ano força títulos de curto prazo a oferecerem maior remuneração para competir.
- A expectativa de cortes futuros na Selic faz com que títulos de longo prazo precifiquem uma taxa média menor.
- Bancos emissores têm necessidade de caixa imediata, levando-os a oferecer prêmios mais agressivos em CDBs curtos.
- CDBs pós-fixados de três meses pagaram até 108% do CDI, equiparando-se ou superando vencimentos mais longos.
- A recomendação é focar em CDBs de curto prazo devido à falta de prêmio para alongar o vencimento e à tabela regressiva do Imposto de Renda.
- Bancos médios e de nicho dominaram o ranking das maiores taxas, buscando atrair capital após casos como o do Banco Master, com prêmios que compensam o risco dentro do limite do FGC.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Plínio Zanini (diretor de risco da Ciano Investimentos)Bruno Corano (economista e CEO da Corano Capital)
Organizações
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