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Por que a 'teoria da guerra justa' está no centro de impasse entre Trump e o papa

Um impasse entre o presidente Donald Trump e o Papa Leão 14 sobre a condenação dos ataques ao Irã coloca a 'teoria da guerra justa' no centro do debate, gerando reações de políticos republicanos e um esclarecimento da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA.

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19/04 às 07:50

Pontos principais

  • O Papa Leão 14 condenou os ataques dos EUA e Israel ao Irã, gerando críticas de Donald Trump e outros políticos republicanos.
  • A 'teoria da guerra justa' da Igreja Católica, que define condições morais para o uso da força, tornou-se o foco do debate.
  • O vice-presidente JD Vance e o presidente da Câmara Mike Johnson questionaram o papa em termos teológicos sobre a guerra justa.
  • A Conferência dos Bispos Católicos dos EUA (USCCB) emitiu um raro esclarecimento sobre a teoria da guerra justa, defendendo a posição do papa.
  • O pesquisador Michael Sean Winters aponta que a postura de Trump uniu católicos nos EUA em defesa do papa, apesar das divisões anteriores.
  • A teoria da guerra justa, articulada por Santo Agostinho e Tomás de Aquino, visa dificultar a guerra, não facilitá-la, e exige que o mal da guerra seja menor que o mal a ser erradicado.
  • Papas recentes, incluindo Leão 14 e seu antecessor Francisco, têm se posicionado contra as guerras, tornando cada vez mais difícil considerá-las 'justas'.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Donald Trump (presidente)Papa Leão 14JD Vance (vice-presidente)Mike Johnson (presidente da Câmara dos Representantes)James Massa (bispo, presidente da Comissão de Doutrina da USCCB)Michael Sean Winters (pesquisador de estudos católicos, colunista do National Catholic Reporter)Santo AgostinhoTomás de AquinoPapa Júlio 2ºPapa Francisco (antecessor de Leão 14)Joseph Strickland (bispo)

Organizações

Igreja CatólicaPartido RepublicanoConferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB)National Catholic Reporter

Lugares

Estados UnidosIrãIsraelWashingtonVaticanoCamarõesAngola