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PM morta com tiro na cabeça não tinha tendência suicida, diz ex-marido

O ex-marido da policial Gisele Alves Santana depôs à Polícia Civil, afirmando que ela não tinha tendências suicidas, contradizendo a versão inicial do atual marido, e laudos necroscópicos indicam lesões no corpo da vítima.

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16/03 às 13:25

Pontos principais

  • O ex-companheiro de Gisele Alves Santana depôs à Polícia Civil, negando que ela tivesse tendências suicidas.
  • O advogado da família da vítima, José Miguel da Silva Junior, ressaltou que Gisele queria se separar e não agredia o ex-marido.
  • Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça em seu apartamento, onde morava com o então marido, tenente-coronel Geraldo Leite Neto, que reportou o caso como suicídio.
  • O ex-companheiro também afirmou que a filha de Gisele tinha pavor de ficar com Geraldo Leite Neto.
  • Laudos necroscópicos do IML apontaram lesões contundentes na face e região cervical de Gisele, compatíveis com pressão digital e escoriação por unha.
  • O último laudo foi emitido após a exumação do corpo, mas o laudo inicial já mencionava lesões.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Gisele Alves Santana (policial)José Miguel da Silva Junior (advogado da família)Geraldo Leite Neto (tenente-coronel)

Organizações

Polícia CivilAgência BrasilInstituto Médico Legal (IML)

Lugares

São Bernardo do CampoDistrito Federal (DF)Rio de Janeiro