Placas novas? Associação que representa os Detrans diz que mudanças podem impor custos ao cidadão
A Associação Nacional dos Detrans (AND) expressa cautela sobre um projeto de lei que visa recolocar nomes de estados e municípios nas placas de veículos, alertando para possíveis novos custos ao cidadão sem ganhos claros em segurança ou fiscalização.
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18/04 às 04:00
Pontos principais
- A Associação Nacional dos Detrans (AND) recebeu com cautela o projeto de lei que propõe recolocar nomes de estados e municípios nas placas de veículos.
- A AND argumenta que as mudanças podem impor novos custos ao cidadão sem evidências claras de ganhos em segurança pública ou eficiência na fiscalização.
- O projeto de lei, que altera o Código de Trânsito Brasileiro, foi aprovado pelo Senado em junho de 2024 e aguarda análise na Câmara dos Deputados.
- O argumento central da proposta é que a informação sobre estado e município auxilia a fiscalização, identificando a origem de veículos em casos de roubo, furto ou infração.
- A entidade ressalta que o atual modelo de placas Mercosul ainda enfrenta desafios de consolidação e uniformização no país.
- A placa padrão Mercosul tornou-se obrigatória no Brasil em 2020 para veículos novos, transferências e substituições.
- O STF reconheceu em 2023 a validade da norma do Contran que permite o credenciamento de empresas para fabricação e estampagem de placas sem licitação.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Patrícia Teixeira (g1)
Organizações
Associação Nacional dos Detrans (AND)Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos DeputadosComissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ)SenadoSupremo Tribunal Federal (STF)Conselho Nacional de Trânsito (Contran)Associação Nacional dos Fabricantes de Placas
Lugares
BrasilCampinasMinas Gerais
